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OMS muda orientações sobre como países devem fazer testes para coronavírus

Por Redação em 25/03/2020 às 21:28:26

 

A OMS também disse que os países devem se preparar para a epidemia antes de ela começar em seus territórios, considerando que, quando o surto começa, os laboratórios terão um aumento significativo em sua demanda.

Possíveis restrições também devem ser antecipadas.

O Brasil, que completa nesta quinta (26) um mês desde seu primeiro caso, ainda sofre com a quantidade de testes disponíveis para o público. Em geral, só são testadas pessoas internadas com a suspeita da doença.

O governo de Jair Bolsonaro tem sido pressionado para aumentar a capacidade do país de realização de testes –até agora, foram distribuídos 30 mil exames aos estados, um montante que não é considerado suficiente. Inicialmente, o ministério havia anunciado que planejava oferecer 1 milhão de testes. Em seguida, subiu o número para 2,3 milhões.

No sábado (22), passou a 10 milhões. Na terça (24), o Ministério da Saúde anunciou que o país terá quase 23 milhões de testes à disposição. Os profissionais de saúde e de segurança devem ter prioridade.

Os testes rápidos detectam a presença de anticorpos relacionados ao novo coronavírus. A OMS afirma que esse tipo de exame sorológico é importante para pesquisa e vigilância, mas que não é recomendado para detecção de casos.
Enquanto isso, em São Paulo, o governo João Doria (PSDB) anunciou que o estado construiu uma rede com capacidade para 2.000 testes diários. Enquanto anunciava o aumento da capacidade de exames em São Paulo, Doria repetiu a mensagem de Ghebreyesus. "Testar, testar e testar. Essa é a orientação da Organização Mundial de Saúde", disse.

Segundo a OMS, os testes laboratoriais são parte integral da estratégia de alerta e resposta contra a Covid-19. Países que conseguiram, pelo menos por enquanto, controlar melhor a curva da epidemia apostaram em testagem massiva. Um dos exemplos é a Coreia do Sul.

As orientações anteriores da OMS eram mais gerais. Agora, divide diferentes protocolos para países em situações epidêmicas distintas: os que não têm casos; os com poucos casos; países com casos confirmados concentrados em um local; e países com surtos e transmissão comunitária.

Em todos os cenários, a ideia geral é testar todos os casos suspeitos e isolá-los.

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