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UFPB cria comissão para acompanhar investigação de assassinato de universitário

Por Redação em 19/02/2020 às 19:02:25
Após reunião do Cosuni nesta quarta-feira, ficou definido que uma comissão formada por estudantes, professores e técnicos vai acompanhar caso da morte de "Alph". UFPB informou que vai colaborar com as investigações fornecendo todas as informações necessárias para elucidação do caso

Gabriel Costa/Arquivo Pessoal

Uma comissão foi formada nesta quarta-feira (19) pelo Conselho Universitário (Consuni) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) para acompanhar as investigações da morte do estudante de filosofia Clayton Tomaz de Sousa, de 31 anos, conhecido como Alph. A comissão vai ser constituída por representantes dos três segmentos que compõem a comunidade universitária: estudantes, professores e técnico-administrativos.

O corpo de Alph foi achado em Gramame no dia 8 de fevereiro, mas só foi reconhecido por familiares na segunda-feira (17). Na terça-feira (18), a Polícia Civil informou que as publicações feitas pelo estudante em seus perfis nas redes sociais denunciando sofrer ameaças dos guardas da universidade vão ser investigadas.

Na reunião do Consuni, a reitoria Margareth Diniz afirmou que a instituição fornecerá todas as informações solicitadas para a elucidação do caso.

Estudantes, professores e amigos realizaram, na noite desta terça-feira (18), um ato em protesto contra a morte do universitário. A homenagem foi marcada por pedidos de justiça e investigação da morte dele, além de testemunhos sobre a trajetória do jovem na comunidade acadêmica e em movimentos estudantis.

Ainda na noite de terça-feira (19), de acordo com guardas da UFPB, por volta das 21h, algumas pessoas saíram de um ato realizado contra a morte do universitário Clayton Tomaz de Souza, quebraram uma das portas de vidro da reitoria da UFPB e picharam paredes do prédio.

Ciro Caleb, um dos organizadores do ato em homenagem a Alph, disse ao G1 que não há informações de quem teria feito a depredação e também não soube informar se os autores do vandalismo seriam pessoas envolvidas no ato.
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