Motorista envolvido em acidente que matou jovem de Cajazeiras presta depoimento nesta terça

Segundo o delegado, o jovem afirmou que não tinha costume de dirigir carros maiores, tipo caminhonetes, mas possuía a CNH - Carteira Nacional de Habilitação de forma provisória para dirigir veículos.

Divulgação - Foto: Sertão da Paraíba
Divulgação - Foto: Sertão da Paraíba

O motorista da caminhonete Hilux que capotou em um córrego na manhã deste domingo (19) em Cajazeiras, José Eulálio Irmão Neto, se apresentou na tarde desta terça-feira (21) na delegacia distrital para prestar depoimento sobre o acidente que matou a jovem Milena Cartaxo, de 21 anos.

Em depoimento ao delegado Francisco Filho, responsável pelo inquérito policial, o jovem de 18 anos que esteve ao lado de seu advogado e também dos pais, disse que após capotar o carro conseguiu sair porque o para-brisa tinha quebrado. Depois conseguiu tirar a jovem identificada como Wanessa e depois o rapaz conhecido como Fabrício, mas não conseguiu localizar Milena, que segundo ele teria conhecido naquele mesmo dia na festa da Vaquejada. O Corpo de Bombeiros e Polícia Militar chegaram, e ele preferiu se evadir do local.

Segundo o delegado, o jovem afirmou que não tinha costume de dirigir carros maiores, tipo caminhonetes, mas possuía a CNH - Carteira Nacional de Habilitação de forma provisória para dirigir veículos. O jovem ainda informou que a chave do carro foi cedida por um colega conhecido como Bruno Colméia, amigo do dono do carro.

O delegado Francisco Filho confirmou que o jovem foi enquadrado no Artigo 302 do código brasileiro de trânsito por homicídio culposo, quando não se tem intenção de matar. Porém, o delegado afirmou que vai continuar as investigações, e dependendo das outras provas através de depoimentos, poderá mudar a conclusão do inquérito. Caso alguma coisa nova apareça e outros depoimentos sejam diferentes, o jovem motorista pode responder penalmente por homicídio doloso. Homicídio doloso acontece quando uma pessoa quer matar a outra e a mata (dolo direto) ou quando a pessoa sabe que sua conduta pode matar uma pessoa, mas mesmo assim não faz nada para evitar que isso aconteça (dolo eventual).

 

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