O político Bruno Souto (UP), candidato com mandado de prisão em aberto por dívidas de pensão alimentícia, formalizou sua renúncia à disputa pela vaga de segundo suplente de senador na Paraíba. A decisão ocorreu após a revelação da ordem judicial emitida pela 3ª Vara de Família de Campina Grande, referente a um débito que ultrapassa R$ 48 mil.

Em nota oficial, a Unidade Popular (UP) informou que acatou a desistência do concorrente. O partido declarou que o próprio candidato relatou a existência de uma ação em andamento para revisar os valores cobrados, que seriam voltados a filhos maiores de idade, além de ressaltar que a medida ainda não havia sido encaminhada para cumprimento.

Detalhes da ordem judicial

Conforme os documentos do processo, o mandado de prisão civil prevê o cumprimento de três meses de detenção e possui validade estipulada até julho de 2028. A determinação visa compelir o pagamento das obrigações financeiras cobradas na Justiça.

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A situação foi identificada em um levantamento do portal g1, que cruzou dados de pedidos de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), mantido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ao todo, nove postulantes a cargos eletivos no país apresentam ordens abertas por dívidas alimentares, que juntas somam mais de R$ 95 mil.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072