Espaço para comunicar erros nesta postagem
A desertificação ameaça cerca de 20% do território paraibano devido ao manejo inadequado do solo, provocando aridez e perda de produtividade. O cenário crítico foi mapeado pelo Observatório da Caatinga e impulsionou ações de órgãos de controle e de comunidades locais no semiárido.
Diante desse avanço, o Tribunal de Contas do Estado cobrou providências de municípios, governo estadual e União. Em resposta, instituições como o INSA e a UFCG unem forças para criar tecnologias de recuperação ambiental.
Uma das apostas é a nova plataforma do Observatório da Caatinga e Desertificação, prevista para novembro. A ferramenta visa direcionar políticas públicas e facilitar o acesso de pequenos produtores ao mercado de créditos de carbono.
Especialistas ressaltam a alta eficiência da Caatinga na remoção de CO2 da atmosfera. Contudo, pesquisadores defendem uma certificação pública e participativa para garantir que os recursos financeiros cheguem de fato às famílias locais.
Em municípios como São João do Cariri e Soledade, agricultores já adotam práticas de manejo regenerativo. O uso de barreiras de pedra contra enxurradas e o reaproveitamento de água ajudam a recuperar a terra enquanto mantêm a produção rural ativa.
/Dê sua opinião
Qual o seu nível de satisfação em relação ao serviço público prestado?
Para participar desta enquete, realize o login em sua conta!
Login Cadastre-seNossas notícias
no celular

PORTAL SERTÃO DA PARAÍBA