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O IBGE anunciou nesta segunda-feira (14) que vai recorrer à Polícia Federal e à Advocacia-Geral da União para apurar a propagação de fake news na internet envolvendo a Pesquisa Nacional de Saúde.
O instituto detectou postagens mentirosas em perfis digitais. Os conteúdos afirmavam que o levantamento oficial seria utilizado para criar um suposto banco de DNA estatal.
Em comunicado oficial, o órgão esclareceu que a coleta de sangue e urina tem propósitos estritamente científicos. Os materiais biológicos são analisados para verificar taxas de colesterol e glicose, sendo descartados logo em seguida.
A difusão dessas inverdades tem prejudicado o trabalho de campo em território nacional. Por essa razão, os gestores exigiram a apuração rigorosa para responsabilizar os autores das mentiras.
Terceira edição do levantamento
Desenvolvida em parceria com o Ministério da Saúde, a iniciativa visa subsidiar estratégias de prevenção, campanhas de vacinação e políticas públicas de alimentação adequada.
Esta representa a terceira edição da pesquisa. O cronograma prevê a visita a 140 mil residências até o final de novembro para mapear hábitos de vida e o acesso a atendimento médico.
Os recenseadores também realizam medições de peso, altura e pressão arterial dos participantes selecionados durante as visitas domiciliares.
A etapa que envolve a coleta de fluidos corporais por equipes habilitadas deve abranger entre 15 mil e 20 mil cidadãos com idade igual ou superior a 35 anos.
Em nota, o instituto reforçou a importância da participação popular para traçar um panorama real das necessidades de atendimento médico no país.
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