Em Monteiro, na Paraíba, uma criança autista de 4 anos teve a cabeça supostamente perfurada com uma seringa por uma professora durante as aulas na creche municipal.

O incidente ocorreu em 7 de julho, mas a instituição de ensino demorou quase um mês para comunicar o caso aos responsáveis, que registraram um boletim de ocorrência.

Conforme os relatos obtidos em documentos internos, cuidadoras presenciaram o momento em que a profissional agiu de forma brusca contra o aluno.

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O menino chorou intensamente após a agressão e apresentou sangramento no local, segundo as descrições repassadas pela mãe, Jéssica Lima.

Após o episódio, a educadora teria guardado o objeto e limpado o sangue com papel higiênico, questionando se alguém havia visto a suposta queda da criança.

A administração municipal abriu um Processo Administrativo Disciplinar e a professora envolvida foi afastada de suas funções enquanto o caso é investigado.

A família também buscou apoio junto à Polícia Civil, ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público para garantir a apuração rigorosa dos fatos.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072