Espaço para comunicar erros nesta postagem
O Ministério Público Federal na Paraíba ajuizou uma ação civil pública na Justiça Federal para assegurar a demarcação de um território quilombola localizado na Praia da Penha, em João Pessoa.
Divulgada nesta segunda-feira (24), a medida busca implementar um programa estrutural. O objetivo é blindar as terras, o maretório, o meio ambiente e o patrimônio sagrado dos moradores locais.
Envolvimento de órgãos públicos
O plano do MPF exige a cooperação entre a União, a Prefeitura de João Pessoa, o Incra, a Sudema e empresas com atividades na região.
Entre as exigências constam a identificação de terras federais, a regularização do uso tradicional de rios e praias, e a proteção de acessos comunitários.
Pressão imobiliária e cultural
A comunidade local, estabelecida há pelo menos sete gerações, enfrenta forte pressão da especulação imobiliária e de empreendimentos de alto padrão.
O processo destaca riscos a locais de alto valor religioso e cultural, como o Santuário de Nossa Senhora da Penha e o Cruzeiro tradicional.
Recuperação do Rio Cabelo
Laudos apontam degradação contínua no Rio Cabelo, afetado por esgoto clandestino e assoreamento. A ação exige um plano de recuperação em até 90 dias.
/Dê sua opinião
Qual o seu nível de satisfação em relação ao serviço público prestado?
Para participar desta enquete, realize o login em sua conta!
Login Cadastre-seNossas notícias
no celular

PORTAL SERTÃO DA PARAÍBA