Nas eleições 2026, a segurança pública aparece como o segundo maior problema para o eleitorado da Paraíba, conforme dados da pesquisa Quaest divulgados em 25 de agosto. Diante disso, analisamos os planos de governo registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para entender como cada postulante ao Executivo estadual pretende combater a criminalidade.

A pesquisa realizou 804 entrevistas presenciais entre 21 e 24 de agosto, sob registro oficial no TSE. O levantamento aponta que 23% dos eleitores consideram a violência a questão mais urgente. A seguir, veja as principais diretrizes apresentadas por cada concorrente ao Palácio da Redenção.

Lucas Ribeiro (PP)

O candidato aposta no fortalecimento tecnológico por meio de novos Centros Integrados de Comando e Controle (CICC), uso de drones e câmeras inteligentes. Também prevê reformas em delegacias, treinamento humanizado para proteção às mulheres e a criação de Complexos Industriais Penais.

Publicidade
Publicidade

Leia Também:

Cícero Lucena (MDB)

Sua plataforma prioriza a inteligência policial para esclarecer homicídios, além da instalação de cinco mil câmeras de videomonitoramento. O candidato também propõe expandir as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher para os 223 municípios paraibanos.

Efraim Filho (PL)

O plano foca na desarticulação do crime organizado através de investigação avançada, adoção da polícia de proximidade e reforço na perícia criminal. Na área prisional, sugere a regionalização das unidades e foco na ressocialização.

Pedro Coutinho (DC)

A estratégia envolve a integração entre diferentes instituições de segurança, valorização profissional e cooperação direta com órgãos federais para combater o tráfico de drogas e as facções criminosas.

Camilo Duarte (PCO)

O candidato não entregou um plano de governo estadual específico, registrando no TSE a plataforma nacional da legenda. O documento defende a dissolução da Polícia Militar e do atual aparato repressivo estatal.

Yuri Ezequiel (UP)

A proposta inclui a desmilitarização da Polícia Militar, substituída por uma Polícia Cidadã focada em direitos humanos. O programa também prevê delegacias especializadas 24 horas e ações educativas contra o machismo nas escolas.

✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072