A causa da morte de Magna Flora Carvalho da Fonseca, idosa encontrada sem vida em sua residência no Bairro dos Estados, em João Pessoa, foi considerada indeterminada pela perícia médica. A identificação oficial da vítima de 78 anos ocorreu por meio de impressões digitais, conforme dados divulgados pelo Instituto de Medicina Legal.

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O resgate do corpo no IML aconteceu nesta sexta-feira (4), realizado por irmãs paternas e um sobrinho. Os restos mortais estavam no imóvel desde o dia 31 de agosto, quando a descoberta inicial estimou que o falecimento havia ocorrido há pelo menos doze meses.

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De acordo com o Instituto de Polícia Científica da Paraíba, o local não exibia indícios de violência. A guarnição policial destacou que vizinhos relataram a invasão da residência por pessoas em situação de rua após o óbito.

Quem era Magna Flora

Natural de Cuité, Magna residia na capital paraibana desde a juventude. Viúva, sem filhos e surda, ela mantinha um estilo de vida recluso e completamente independente, segundo relatos de familiares próximos.

Parentes indicam que ela abriu mão de serviços essenciais de água e luz após perder o companheiro, recusando qualquer tipo de auxílio externo ou contato social prolongado.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072