A Polícia Civil prendeu sete pessoas nesta quarta-feira (28) suspeitas de envolvimento no latrocínio do empresário Glicério Feitosa, ocorrido em maio de 2026, em João Pessoa.

Inicialmente tratado como homicídio, o caso teve a linha de investigação alterada após a descoberta de uma quadrilha focada em roubar ouro, relógios e joias de pessoas que ostentavam bens nas redes sociais.

Segundo o delegado-geral André Rabelo, os criminosos utilizavam um grupo de WhatsApp para planejar os ataques. Entre os detidos estão uma blogueira que forneceu o veículo para monitorar a vítima e o ex-namorado dela.

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O crime aconteceu em 14 de maio, quando Glicério Feitosa foi abordado em frente a uma loja de veículos no bairro do Geisel. Câmeras de segurança registraram o momento em que ele tentou reagir antes de ser baleado.

Natural do Ceará, o empresário atuava nos setores de transportes e alimentação, além de ter disputado a Prefeitura de Bayeux em 2024. A polícia agora individualiza as condutas dos suspeitos para finalizar o inquérito.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072