Um recente levantamento divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) revela que muitos responsáveis ainda enxergam a prática da palmada como uma ferramenta legítima de educação, em vez de uma forma de violência. A pesquisa ouviu centenas de pessoas em áreas vulneráveis para entender as motivações por trás das agressões físicas direcionadas principalmente à primeira infância.

De acordo com os pesquisadores, a falta de repertório emocional para lidar com as birras cotidianas faz com que muitos cuidadores recorram ao tapa ou à chinelada de forma impulsiva. O estudo destaca que a legislação brasileira proíbe tais métodos, mas a desinformação e a aceitação cultural continuam a silenciar comunidades inteiras diante do problema.

Olhar distorcido sobre a infância

Especialistas ouvidos pelo Unicef reforçam que o cérebro infantil ainda está em desenvolvimento. Isso significa que os pequenos carecem de maturidade para gerenciar a própria frustração, exigindo paciência e mediação dos adultos em momentos de conflito intenso.

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FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072