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A reação do grupo político liderado pelo prefeito Chico — o chamado "Chicão" — às recentes declarações do vereador Allyson foi pautada pela ofensiva e pelo monitoramento rigoroso. Longe de ignorar as falas do parlamentar, a base reagiu de forma coordenada. A vereadora Raelsa, atuando como porta-voz do descontentamento, subiu à tribuna para confrontar Allyson, utilizando a máxima de que "quem cala consente" para forçar uma definição que o vereador tentava evitar . Além disso, Allyson revelou que figuras centrais do grupo, como Jerismar e Adamilton, estão empenhadas em "botar na cabeça" de Chico e Taironi que o rompimento é iminente, fiscalizando cada comentário do parlamentar sobre seus apoios para deputado.
O papel da imprensa local nessa crise é o de um catalisador implacável. Segundo os próprios parlamentares, os veículos de comunicação retiraram a disputa do ambiente fechado das comissões e a jogaram no centro do debate público. Raelsa admitiu que sua decisão de ir para o confronto direto foi motivada pela divulgação maciça da imprensa sobre as falas de Allyson no dia anterior.
Por outro lado, o vereador Allyson demonstrou profundo incômodo com o "quarto poder", acusando a imprensa de estar "massacrando" e "judiando" sua imagem. A mídia, portanto, não apenas relata, mas dita o ritmo da crise, forçando reações imediatas e impedindo que os conflitos sejam abafados pelos acordos de bastidores tradicionais. Em Cajazeiras, o microfone da imprensa tem se mostrado tão potente quanto o da tribuna.
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