A evolução da comunicação exige mais do que apenas novos equipamentos; ela demanda uma reinvenção de mentalidades. No cenário atual da Política da Paraíba, observar os Bastidores do Poder e a

atuação da imprensa tornou-se um exercício de separar quem acompanha o progresso de quem ainda se apega às sombras do coronelismo midiático. A resistência à modernização e o ataque irracional ao uso de novas tecnologias expõem uma fragilidade estrutural naqueles que se recusam a aceitar que o mundo mudou, preferindo habitar um "mundo quadrado" enquanto a sociedade avança

O Jornalismo Político contemporâneo não se constrói com ataques pessoais, ofensas gratuitas ou descontrole emocional quando confrontado com críticas fundamentadas Recentemente, em nossa Coluna Política, abordamos a conduta ética de figuras do meio ao lidarem com demandas da sociedade, ressaltando como o espaço público não deve ser instrumentalizado politicamente na hora de ajudar um cidadão

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A resposta a essa Análise Política não veio em forma de debate elevado de ideias, mas através de tentativas de intimidação e ofensas veladas.

Tentar diminuir o trabalho alheio com acusações de falta de capacidade intelectual é um reflexo claro de quem parou no tempo, ignorando que o Sindicato dos Jornalistas e grandes instituições de ensino já capacitam profissionais para o uso de Inteligência Artificial.

No Portal Repórter TV e em toda a região do Sertão da Paraíba, a nossa missão sempre foi marcada pelo pioneirismo. Quando a transmissão digital e a TV Web eram vistas com desconfiança por muitos, nós já vislumbrávamos o futuro.

Hoje, até mesmo os críticos mais ferrenhos que outrora duvidavam desse modelo são forçados a realizar grandes investimentos para migrar à internet. Contudo, a tecnologia por si só é como um veículo de última geração: possui todos os recursos, mas se não houver um condutor ético, maduro e preparado para guiá-lo, ele não anda sozinho.

O jornalismo sério, defendido por Wgleysson de Souza e por toda a equipe da Repórter TV, pauta-se pela verdade, pelo recolhimento de obrigações em dia, pela manutenção de uma equipe qualificada e pela total independência editorial. Ameaças de judicialização feitas de forma indireta, sem a coragem de citar nomes, apenas reforçam a falta de preparo para o debate público transparente.

O espaço na mídia, sobretudo em coberturas sensíveis, exige respeito e empatia, não a incorporação de personagens autoritários de uma época que já não encontra ressonância na sociedade atual. Em suma, o exercício da comunicação não pode ser um palco para vaidades ou tribunais de exceção. A verdadeira autoridade não se impõe no grito ou na tentativa de silenciar a crítica, mas na credibilidade construída ao longo de anos de trabalho sério. O futuro da informação pertence àqueles que sabem unir a ética irretocável à inovação tecnológica, deixando no passado as práticas e as posturas que não servem mais a uma sociedade que anseia por transparência e responsabilidade.

FONTE/CRÉDITOS: SERTÃO DA PARAÍBA | REPÓRTER TV – Wgleyson de Souza – Jornalista DRT 4407/PB | API/PB 3072