A investigação sobre o desaparecimento do cabo José César, da Polícia Militar da Paraíba, completou seis meses nesta semana em João Pessoa. O superintendente da polícia civil, delegado Cristiano Santana, informou que ainda existem análises técnicas pendentes que impedem a conclusão do inquérito.

Em entrevista à TV Cabo Branco, a autoridade policial destacou que dezenas de depoimentos de familiares, amigos e colegas de trabalho já foram formalmente colhidos. No entanto, a alta complexidade do caso exige medidas judiciais rigorosas e perícias detalhadas.

A escassez de câmeras de monitoramento na região onde o policial militar foi visto pela última vez durante a madrugada representa outro obstáculo para os investigadores. O agente havia saído de casa informando que iria trabalhar no Museu da Polícia Militar.

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Durante as diligências, as autoridades conseguiram localizar o celular do militar em condições danificadas. O aparelho passou por exames periciais na tentativa de resgatar dados e mensagens que possam esclarecer os últimos passos antes do sumiço.

A corporação garantiu que, tão logo os laudos pendentes sejam finalizados e o inquérito seja concluído, a imprensa será convocada para a divulgação detalhada dos resultados obtidos pela força de segurança.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072