O transporte público em Salvador teve sua frota integral e gratuita restabelecida neste domingo (25) por determinação do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), operando com frequência de dias úteis.

A ordem foi assinada pelo presidente do TRE-BA, Maurício Kertzman Szporer. O magistrado estabeleceu multa de R$ 1 milhão por hora caso a decisão seja descumprida pelas autoridades competentes.

Para assegurar o cumprimento da medida, o desembargador solicitou o acionamento imediato da Polícia Civil baiana. A fiscalização conta inclusive com o monitoramento aéreo por meio de drones.

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O governador Jerônimo Rodrigues usou as redes sociais para repudiar os transtornos enfrentados pelos cidadãos. Ele colocou a Polícia Militar e a segurança estadual à disposição.

Segundo o chefe do Executivo estadual, agentes com habilitação categoria D poderão conduzir os coletivos se houver necessidade. O objetivo é impedir qualquer barreira ao direito de voto.

Posicionamento da prefeitura

A Prefeitura de Salvador declarou que ordenou a liberação total dos ônibus das garagens. A medida vale mesmo para veículos com adesivos apontados como propaganda irregular.

A administração municipal destacou que o foco principal é assegurar a mobilidade dos eleitores. A operação passou a ser normalizada após negociações entre secretarias e sindicatos.

Contexto das denúncias

No período matutino, eleitores relataram lentidão e escassez de coletivos. A situação gerou protestos durante a realização do segundo turno das eleições na capital baiana.

Fiscais do estado encontraram veículos parados nas garagens durante vistoria. O secretário Felipe Freitas relatou que o sindicato apontou falta de convocação de motoristas.

Para minimizar os impactos, órgãos estaduais criaram a operação Vai e Vota. A força-tarefa monitorou a gratuidade tarifária e acolheu denúncias da população ao longo do dia.

O prefeito Bruno Reis atribuiu os atrasos iniciais a impasses operacionais internos nas garagens. A prefeitura informou a retenção de 75 ônibus no bairro Caminho de Areia.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072