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O deputado federal Wilson Santiago (Republicanos) afirmou, nesta quarta-feira (28), que não pretende assinar o pedido de criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master. Em entrevista, o parlamentar adotou um tom crítico ao avaliar o instrumento e disse não enxergar necessidade de abertura da comissão neste momento.
Segundo o deputado, CPIs no Congresso Nacional têm sido frequentemente utilizadas como ferramentas de disputa política, e não como mecanismos efetivos de investigação. No caso específico do Banco Master, ele destacou que os fatos já estão sendo apurados por órgãos competentes.
“Quando um processo já está avançado, com investigação em curso, parecer do Tribunal de Contas da União, do Banco Central e da Polícia Federal, criar uma CPI é praticamente voltar à estaca zero”, afirmou.
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Wilson Santiago ressaltou que há apurações em andamento no Tribunal de Contas da União, no Banco Central do Brasil e na Polícia Federal, o que, segundo ele, torna desnecessária a instalação de uma nova comissão parlamentar para tratar do tema.
O deputado também avaliou que o pedido de CPMI estaria motivado por interesses políticos em Brasília. De acordo com ele, a movimentação tem relação direta com disputas envolvendo o ex-governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e o atual governador Ibaneis Rocha (MDB-DF), que preside o Banco de Brasília (BRB), instituição que adquiriu participação no Banco Master.
“Essa CPI não tem o objetivo de apurar nada novo. Ela atende a interesses partidários e políticos de grupos específicos”, criticou o parlamentar, em destaque.
O requerimento da CPMI do Banco Master pretende investigar supostas irregularidades envolvendo os controladores da instituição financeira, além de possíveis conexões político-institucionais e falhas na fiscalização do sistema financeiro nacional. Para que a comissão seja instalada, são necessárias 198 assinaturas, sendo 27 de senadores e 171 de deputados federais.
Ao final, Wilson Santiago reforçou que não pretende apoiar a criação da CPMI, defendendo que o caso continue sendo conduzido pelos órgãos de controle, dentro dos trâmites legais já estabelecidos. Veja detalhes e saiba mais sobre o tema em nossas próximas atualizações.
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