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No dinâmico mundo da comunicação, o aprendizado é contínuo, mas a base deve ser sempre o respeito. É curioso notar que Fernando Antônio, atual secretário adjunto de comunicação de Cajazeiras, tenha escolhido atacar justamente quem lhe estendeu a mão no início de sua trajetória na mídia local. O jornalista Wgleysson de Souza, alvo de ofensas gratuitas via WhatsApp, foi quem deu as primeiras oportunidades ao agora gestor.
O ataque pessoal, chamando o colega de profissão de "invejoso", soa vazio e desesperado. A falta de habilitação técnica e formação acadêmica de Fernando Antônio torna-se evidente quando ele confunde crítica jornalística com ofensa pessoal, reagindo com um linguajar que não condiz com a dignidade do cargo. Quem não tem base técnica para argumentar sobre ética, costuma apelar para o insulto.
É lamentável que o acolhimento de Cajazeiras tenha servido para elevar ao poder alguém que hoje se coloca em um pedestal de arrogância. Ocupar um cargo público é passageiro; a reputação e o caráter são permanentes. Ofender o mestre que lhe ensinou os primeiros passos na TV Sertão apenas confirma que o poder, quando sobe à cabeça, costuma apagar a memória e a gratidão.
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