Depois de um período longe das rodas de conversa que movimentam os bastidores da política sertaneja, o irreverente filósofo politiqueiro da TV Sertão reapareceu. Sem discurso preparado, sem plateia oficial e sem cerimônia, escolheu como cenário a tradicional Praça das Indústrias, onde, acompanhado de um inseparável colega de copo, voltou a exercitar sua conhecida vocação para transformar observações cotidianas em reflexões sobre a natureza humana e o poder.

Entre um comentário e outro sobre os acontecimentos que dominam a Política da Paraíba, veio a frase que rapidamente ganhou espaço nas conversas de quem acompanhava o momento:

"O pobre de espírito é aquele que tem medo da inteligência."

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A sentença, curta e provocativa, dispensa destinatários. Como toda boa máxima dos bastidores, permite múltiplas interpretações. Para alguns, é uma crítica à intolerância diante das ideias divergentes. Para outros, uma lembrança de que o conhecimento sempre incomoda aqueles que preferem o conforto da repetição à inquietação provocada pelo pensamento crítico.

Na política, onde disputas de narrativas e vaidades caminham lado a lado, frases como essa costumam sobreviver mais do que muitos discursos oficiais. Afinal, os bastidores também são feitos de simbolismos, ironias e mensagens que cada personagem interpreta conforme sua própria consciência.

Quem conhece o filósofo politiqueiro da TV Sertão sabe que suas aparições nunca acontecem por acaso. Ele observa mais do que fala, escuta mais do que responde e, quando decide quebrar o silêncio, normalmente deixa uma reflexão que continua circulando muito depois que a conversa termina.