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A Caixa Econômica Federal realiza nesta segunda-feira (28) o repasse da parcela de setembro do Bolsa Família para os cidadãos que possuem o Número de Inscrição Social com final 8. A transferência financeira alcança 19,29 milhões de lares neste mês, registrando um valor médio de R$ 678,18 por beneficiário em todo o país.
No último dia 17, habitantes de 179 cidades localizadas em sete estados distintos já haviam sacado o dinheiro de forma antecipada. Essa liberação unificada ocorreu devido a situações de emergência ou calamidade pública decretadas em regiões específicas do Acre, Amazonas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima, São Paulo e Sergipe.
A relação completa com os municípios contemplados por essa medida de exceção pode ser consultada aqui.
O montante básico garantido pelo programa federal é de R$ 600. Contudo, o valor final pode subir devido aos adicionais instituídos para atender públicos específicos. Entre eles está o Benefício Variável Familiar Nutriz, que concede seis parcelas mensais de R$ 50 para o público infantil de até seis meses de idade.
A estrutura de pagamentos também contempla repasses extras de R$ 50 direcionados a gestantes e jovens entre 7 e 18 anos. Crianças de até 6 anos garantem um acréscimo de R$ 150. A instituição financeira reforça que todos os valores passarão por atualizações e reajustes já no próximo mês de outubro.
O cronograma regular de depósitos acontece tradicionalmente nos dez últimos dias úteis de cada mês. Os inscritos têm a possibilidade de verificar detalhes sobre os calendários, valores e a composição das parcelas por meio do aplicativo Caixa Tem, ferramenta digital utilizada para a movimentação das contas.
O programa mantém a chamada regra de proteção, criada para amparar núcleos familiares cuja renda aumente após a conquista de um emprego formal. Nessas situações, o grupo continua recebendo 50% do valor a que teria direito, com prazos que variam de um a dois anos, dependendo da data de inclusão na modalidade, desde que a renda por pessoa não ultrapasse meio salário mínimo.
Vale lembrar que, desde o ano passado, os pagamentos do programa social deixaram de sofrer o desconto referente ao Seguro Defeso. A alteração foi oficializada pela legislação que reformulou o programa, beneficiando trabalhadores da pesca artesanal que ficam impedidos de exercer a atividade durante a piracema.
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