O programa Bolsa Família passa por um reajuste de 15% em seus pagamentos, conforme decreto oficializado pelo governo federal nesta quinta-feira (17) no Diário Oficial da União. O reajuste repõe a variação inflacionária do INPC.

Com a medida assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a transferência de renda terá efeitos práticos a partir de 1º de outubro, garantindo maior fôlego financeiro aos inscritos.

O valor mínimo garantido pelo programa saltará para R$ 691. Enquanto isso, a média projetada para os repasses mensais aos lares brasileiros alcançará a marca de R$ 777.

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A atualização monetária atende às diretrizes previstas na legislação vigente. O objetivo central é blindar o poder de compra das famílias contra o avanço da inflação.

Durante evento no Palácio do Planalto, o secretário-executivo Bruno Moretti detalhou que a alta exata foi de 15,04%, seguindo o indicador acumulado.

O decreto também atualizou auxílios específicos. O Benefício de Renda de Cidadania vai para R$ 164 por pessoa, o Primeira Infância sobe para R$ 173 e o Variável Familiar vai a R$ 58.

Impacto econômico e segurança alimentar

O ministro da Fazenda em exercício, Dario Durigan, destacou que a correção protege os núcleos familiares mais vulneráveis contra a inflação e a insegurança alimentar.

Para o ano de 2027, as projeções da equipe econômica indicam que os gastos com o programa representarão entre 1,2% e 1,25% do Produto Interno Bruto (PIB).

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072