Os inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio já podem acessar a cartilha da redação do Enem 2026, disponibilizada nesta sexta-feira (18) para download no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.

Participantes com deficiência auditiva, surdos, disléxicos ou com Transtorno do Espectro Autista encontram versões adaptadas com orientações específicas no mesmo endereço eletrônico oficial.

O exame exige a produção de um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas. A avaliação ocorre no primeiro dia das provas, marcadas para os dias 8 e 15 de novembro.

Publicidade
Publicidade

Leia Também:

Conteúdo e preparação

A publicação reúne recomendações gerais do Inep para ajudar na preparação. O material esclarece a Matriz de Referência e traz exemplos reais comentados por corretores.

Esses textos alcançaram altas pontuações na edição anterior. A intenção é mostrar na prática os critérios de correção para orientar os futuros candidatos.

O documento também sugere a leitura frequente para ampliar o vocabulário. O repertório sociocultural diversificado ajuda na elaboração de propostas de intervenção eficientes.

Critérios de correção

O texto detalha as cinco competências avaliadas pelos examinadores. Os estudantes precisam demonstrar domínio da norma culta e aplicar conceitos de várias áreas.

Além disso, é fundamental organizar argumentos de forma coesa e criar propostas de intervenção alinhadas aos direitos humanos, evitando repertórios genéricos.

Pontuação e regras

Dois avaliadores corrigem cada texto de forma independente. Cada um atribui notas de zero a duzentas notas em cada competência, somando até mil pontos.

Fuga do tema, textos muito curtos ou identificação fora do local adequado são fatores que resultam na anulação da prova de redação.

Importância do exame

O Enem continua sendo a principal porta de entrada para o ensino superior brasileiro. Suas notas alimentam programas federais como o Sisu, Prouni e Fies.

A partir deste ano, o exame também passa a ser utilizado para medir a qualidade do ensino médio em todo o país.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072