A realização da futebol feminino no Brasil e o fortalecimento do protagonismo das mulheres no esporte passam diretamente pelo Congresso Nacional. Deputados e senadores aprovaram leis fundamentais para viabilizar a competição prevista para 2027, além de analisarem propostas de incentivo contínuo às atletas em todo o país.

Uma das normas em vigor concede isenção de Imposto sobre Serviços nas cidades-sede (Lei Complementar 232/26). Já a Lei 15.421/26 estabelece regras para a União e a Fifa durante o torneio.

Impactos e debates econômicos

A deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) defendeu os reflexos positivos da competição. Para ela, o evento estimula o turismo e melhora a infraestrutura urbana e esportiva nacional.

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Em contrapartida, parlamentares como Kim Kataguiri (Missão-SP) criticaram os custos, argumentando que grandes eventos esportivos nem sempre deixam legados duradouros para a população.

Gestão e histórico

A Fifa aposta na representatividade. Aline Pellegrino destacou que 70% da operação do mundial será comandada por mulheres, mostrando que elas ocupam espaço central na gestão.

Historicamente, as mulheres enfrentaram barreiras severas, incluindo uma proibição oficial por decreto entre 1941 e 1983. Hoje, o cenário é de expansão rumo ao primeiro mundial na América do Sul.

Novos projetos, como o PL 3968/24, buscam consolidar um marco regulatório definitivo para a modalidade. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072