A comunicação pública precisa priorizar a acessibilidade, a clareza e a escuta ativa do cidadão para garantir que serviços essenciais cheguem a toda a população em Brasília.

Essa diretriz marcou a abertura do 4º Congresso Brasileiro de Comunicação Pública (ComPública), realizado na Câmara dos Deputados entre os dias 16 e 18 de outubro.

O evento celebra os 200 anos da Câmara e os dez anos da Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública).

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Gestores ressaltaram que a transmissão de dados deve vir acompanhada de inclusão.

Ana Cristina Siqueira Novaes, do Tribunal de Contas da União, defendeu que dialogar exige adequar a linguagem às diferentes realidades do país.

O presidente da ABCPública, Jorge Duarte, apontou que a falha na transmissão gera prejuízos e perda de confiança nas instituições.

Desafios do setor

Os palestrantes indicaram obstáculos como a falta de pessoal e a disputa de atenção em um ambiente saturado por algoritmos e desinformação.

Glauciene Lara, do Senado Federal, citou a complexidade de falar com públicos diversos sem perder a ética.

Amanda Maria Ramalho de Carvalho, da Câmara, reforçou que o jornalismo público promove a transparência e fortalece a democracia.

Premiações

Durante a cerimônia, a Universidade Federal de Sergipe recebeu o Prêmio Neusa Meller.

Já o professor Wilson da Costa Bueno, da USP, foi laureado com o Prêmio Beth Brandão.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072