O Ministério da Saúde protocolou na quinta-feira (24) um pedido formal à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde para a oferta de canetas emagrecedoras no SUS.

A pasta justificou que a proporção de pessoas com obesidade no país avançou de 11,8% em 2006 para 25,7% em 2024. Essa alta exige novas estratégias de tratamento prolongado.

O órgão federal destacou que a concorrência ampliada provocou uma queda de 70% nos valores do produto no Brasil em menos de um ano, mudando o cenário financeiro.

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Em agosto, a Conitec havia recusado a proposta devido ao custo elevado. Agora, o ministério argumenta que o cenário econômico e a chegada de genéricos favorecem a medida.

Caso sejam aprovadas, as terapias baseadas em GLP-1 terão critérios rígidos de distribuição para garantir o atendimento focado em pacientes que realmente necessitam.

Atuação da Conitec

Fundada em 2011, a Conitec define os protocolos clínicos do sistema público. O colegiado analisa relatórios técnicos e consultas públicas antes de emitir o parecer definitivo.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072