Aumentar os gastos públicos de forma estratégica pode prevenir 739 mil óbitos prematuros no país. Além disso, a iniciativa seria capaz de impulsionar o Produto Interno Bruto em cifras superiores a R$ 1 trilhão nas próximas décadas. Os dados fazem parte da pesquisa elaborada pelo McKinsey Health Institute’s.

Segundo Brad Herbig, diretor de dados da instituição, a expansão orçamentária precisa vir acompanhada de eficiência. É fundamental priorizar intervenções que entreguem os melhores resultados possíveis utilizando o menor volume de recursos financeiros.

O material foi divulgado durante um evento voltado para jornalistas latino-americanos na Costa Rica. O debate principal colocou em pauta a necessidade de enxergar o setor sanitário como um vetor de desenvolvimento econômico sustentável.

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Cenário nacional e perspectivas

Para alcançar tais marcas, o estudo avaliou cerca de 300 abordagens médicas e preventivas. Essas diretrizes visam combater dezenas de enfermidades e fatores de risco que concentram a maioria dos problemas globais de saúde pública.

Entre as estratégias listadas estão a taxação de produtos nocivos, como tabaco e álcool, e a ampliação na cobertura de imunizações. Medidas de diagnóstico precoce também ganham destaque na formulação das projeções de longevidade.

As estimativas indicam que a expectativa de vida dos brasileiros poderá subir em cinco anos, alcançando a marca de 85 anos. O retorno financeiro também chama atenção: a cada dólar aplicado, projeta-se um acréscimo de 2,1 dólares na economia nacional.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072