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A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) negou, nesta terça-feira (3), o recurso da defesa de Hytalo Santos e Israel Vicente que pedia a revogação da prisão preventiva. Com a decisão, os dois permanecem detidos no Presídio Desembargador Flóscolo da Nóbrega, em João Pessoa.
O julgamento ocorreu de forma semipresencial na corte estadual. O recurso analisado abordava a detenção cautelar do influenciador e de seu cônjuge, ambos condenados em fevereiro de 2026 sob a acusação de produzir material pornográfico envolvendo menores de idade.
Relembre o caso
As apurações conduzidas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) tiveram início antes da grande repercussão nacional do caso. Os promotores investigavam denúncias de possível exploração de crianças e adolescentes em postagens feitas nas redes sociais.
Na época das primeiras denúncias, Hytalo acumulava milhões de seguidores e utilizava plataformas digitais para rebater as acusações. Ele argumentava que mantinha uma convivência familiar com os jovens que frequentavam sua residência.
Desdobramentos e prisões
O caso ganhou maior visibilidade após a publicação de vídeos por outros criadores de conteúdo em meados de 2025. Posteriormente, a Justiça determinou o bloqueio das contas e a desmonetização dos perfis ligados ao influenciador.
Após mandados de busca e apreensão em João Pessoa, Hytalo Santos e Israel Vicente acabaram presos preventivamente em agosto de 2025 na Grande São Paulo. Mais tarde, ambos foram transferidos de volta para o território paraibano, onde enfrentam múltiplos processos nas esferas criminal, cível e trabalhista.
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