Quase seis anos depois da morte de Jefferson, a família continua aguardando a realização do júri popular. Em um depoimento marcado pela emoção, gravado no Cemitério Nossa Senhora Aparecida, em Cajazeiras, Gabriela, irmã do jovem, voltou a cobrar justiça e pediu providências para que o processo tenha andamento.

Durante a entrevista, Gabriela relatou o sofrimento dos familiares diante da longa espera e afirmou que a expectativa é que o julgamento finalmente aconteça. Para a família, a realização do júri representa um passo importante na busca por respostas e responsabilização no caso.

Recursos judiciais e demora no julgamento

Ao falar sobre a tramitação do processo, Gabriela afirmou que, na avaliação da família, existem provas suficientes para que o caso seja levado a julgamento. Segundo seu relato, recursos apresentados pela defesa do acusado em tribunais de João Pessoa e Brasília teriam contribuído para adiar a realização do júri.

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Ela também mencionou que o acusado responde ao processo em liberdade. Essas informações correspondem ao relato da familiar e precisam ser consideradas dentro do histórico processual e das decisões judiciais.

Apelo ao Ministério Público

Um dos principais pontos do depoimento foi o apelo direcionado ao Ministério Público de Santa Luzia. Gabriela pediu que o órgão acompanhe o caso e adote as providências cabíveis para dar continuidade ao processo.

Segundo ela, os recursos nas instâncias superiores já teriam sido encerrados e o processo retornado à comarca. Diante desse cenário, a família espera que sejam encaminhados os procedimentos necessários para que o júri popular seja realizado.

Família mantém a esperança de julgamento

A passagem de quase seis anos não encerrou a luta dos familiares por justiça. Gabriela representa, em seu depoimento, a angústia de quem continua aguardando uma definição judicial e deseja que o caso avance.

A TV Sertão acompanha o relato da família e registra a cobrança por uma resposta da Justiça, mantendo o compromisso de dar visibilidade ao caso e às manifestações dos envolvidos.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSON DE SOUZA – Jornalista | REG. PROF. FENAJ 4407/PB | API/PB 3072