O cenário político de Cajazeiras passou por reconfigurações recentes necessárias para assegurar o bom andamento da máquina pública. Em um desabafo franco, a prefeita revelou que o distanciamento estratégico de importantes lideranças do grupo, iniciado ainda em outubro do ano passado, foi uma escolha consciente para garantir a paz e a saúde mental necessárias à administração do município.

Sem meias palavras, a chefe do Executivo descartou a ocorrência de agressões ou desrespeito mútuo, classificando a situação como uma natural diferença de ritmos nas decisões. A escolha de silenciar e afastar-se ocorreu para evitar contrariar o ex-prefeito Zé Aldemir constantemente, preservando assim o respeito histórico entre as partes e fugindo de um ambiente de pressão.

Com as rédeas da gestão nas mãos, a gestora entende que as decisões finais — e suas consequências legais nos órgãos de controle — recaem exclusivamente sobre o seu nome, exigindo autonomia para trabalhar.

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Eu preciso trabalhar com paz, com saúde mental", cravou a gestora, enfatizando que não gastará suas energias com embates políticos de bastidores.

O objetivo agora é único: manter o ritmo acelerado de trabalho e honrar a aprovação popular de 84% que a gestão vem conquistando.

Ao blindar a administração municipal das instabilidades externas, a liderança mostra que, em Cajazeiras, o compromisso irrevogável é com a qualidade de vida do povo sertanejo.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072