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O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, determinou um procedimento mais veloz para viabilizar o transporte eleitoral de indígenas, quilombolas e moradores de comunidades tradicionais até as urnas no segundo turno.
Apesar da nova dinâmica, a Justiça Eleitoral manterá o controle sobre as viagens planejadas.
A determinação foi oficializada no sábado (24), logo após a apresentação de um plano logístico pela União.
Anteriormente, na sexta-feira (23), o ministro havia rejeitado um pedido para liberar o uso de frotas da Funai, da Sesai e do Ministério dos Povos Indígenas sem o aval judicial.
Naquela ocasião, a exigência era de liberação individualizada para cada trajeto.
Celeridade para decisões
A diretriz atual ajusta o método de liberação. Os magistrados ganharam autonomia para aprovar blocos inteiros de rotas planejadas pela União de uma só vez.
Conforme o magistrado, o formato assegura o monitoramento necessário e elimina gargalos temporais antes do pleito.
A medida ainda convocou para este domingo (25) embarcações e automóveis de pastas federais integradas ao planejamento logístico.
Apoio logístico
Os meios móveis designados servirão estritamente aos percursos sancionados pela Justiça Eleitoral, operando sob jurisdição oficial.
A regra impõe identificação visual nos veículos e proíbe qualquer tipo de propaganda política ou menção a governos durante as viagens.
O debate ganhou força devido a demandas de acesso para populações isoladas, a exemplo da atuação da Univaja no Amazonas.
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