Na continuidade dos trabalhos legislativos, o vereador Francisco Alves de Queiroz, popularmente conhecido como Chico, consolidou-se como a voz mais crítica da sessão, trazendo à tona demandas urgentes que atingem diretamente a base produtiva e estudantil de Uiraúna. Em um discurso focado no pragmatismo, o parlamentar evitou rodeios e detalhou o que classifica como negligências administrativas que precisam de correção imediata pelo Executivo.

Para o parlamentar, não é admissível que o agricultor perca o tempo da semente no chão por falta de manutenção em equipamentos básicos da Secretaria de Agricultura. Abaixo, analisamos os dois eixos centrais de suas cobranças:

 Crise no Corte de Terra e o "Inverno" Esquecido

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Com o início do período chuvoso no Sertão, a demanda pela aragem das terras — o tradicional "corte de terra" — tornou-se o principal clamor da zona rural. Chico denunciou que já está sendo cobrado por agricultores que encontram dificuldades devido a tratores quebrados no setor da agricultura. O vereador exigiu que a prefeitura resolva o problema das máquinas com a máxima urgência, pontuando que o agricultor que realmente planta não pode ser prejudicado por falhas na frota municipal justamente no momento em que a terra está pronta para o cultivo.

 O Labirinto da Educação e a Falta de Informação

Outro ponto de forte impacto na fala do parlamentar foi a falta de transparência sobre os convênios para bolsas de estudo em faculdades privadas. Chico relatou que a população o procura com dúvidas frequentes e que ele, como representante do povo, não dispõe de orientações precisas sobre onde os estudantes devem se dirigir ou como proceder para acessar o benefício junto à Secretaria de Educação. Para ele, de nada serve a aprovação de leis e convênios se a informação não chega de forma clara na ponta, deixando os jovens uiraunenses em um verdadeiro "labirinto" burocrático.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista. REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072.