As mulheres representam 63,98% das 5.051.345 inscrições confirmadas no Enem 2026, totalizando 3.232.013 candidatas. Em contrapartida, os homens somam 1.819.332 participantes, o equivalente a 36,02% do total oficializado.

As estatísticas completas foram integradas ao Painel Enem 2026. A ferramenta digital é disponibilizada publicamente pelo Ministério da Educação e pelo Inep para consulta social.

O sistema detalha o perfil demográfico por gênero, faixa etária, raça e escolaridade. Também exibe índices de gratuidade e o panorama geográfico das provas.

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Faixa etária predominante

Estudantes com 17 e 18 anos formam o núcleo principal da seleção. Juntos, eles respondem por 50,7% do total de inscritos nesta edição do exame.

Os dados do Inep indicam que participantes com 17 anos somam 1.292.082 registros. Já a faixa dos 18 anos contabiliza 1.269.907 candidatos.

Distribuição por cor e raça

O perfil étnico-racial consolidado em setembro mostra predominância de candidatos autodeclarados pardos. Eles alcançam 2.078.015 inscrições no painel.

Em seguida aparecem os inscritos brancos, com 1.825.230 registros. Participantes pretos somam 556.824, enquanto a categoria não declarada atinge 495.553.

Trajetória escolar

No quesito escolaridade, 2.364.868 pessoas cursam a última série do ensino médio. O grupo representa 46,82% do universo total de avaliados.

Outros 1.610.522 já concluíram essa etapa de ensino. Candidatos que ainda não vão terminar o ciclo em 2026 somam 1.015.127 registros.

Atendimento especializado

O Inep validou 138.329 pedidos de atendimento especializado. Déficit de atenção e autismo lideram as demandas por suporte durante os testes.

Recursos como tempo extra e auxílio para leitura figuram entre as solicitações mais frequentes enviadas pelos candidatos com deficiência.

Gratuidade e regras

Do total de inscritos, 3.432.111 obtiveram isenção da taxa. Alunos de rede pública e inscritos no CadÚnico compõem a maior fatia com gratuidade garantida.

O Exame Nacional do Ensino Médio segue como principal porta de entrada para universidades públicas e privadas em todo o país.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072