A Polícia Civil de João Pessoa efetuou a prisão de Sebastian Lima Ribeiro nesta quarta-feira (27), apontado como o principal suspeito pelo assassinato de um homem encontrado sem vida e com sinais de violência na praia do Bessa, na semana passada. O crime, que chocou a capital paraibana, teria sido motivado pelo término do relacionamento entre Ribeiro e a vítima, segundo as investigações.

O delegado Thiago Cavalcanti, à frente da investigação, revelou detalhes sobre a dinâmica do ocorrido. Ele informou que Sebastian Lima Ribeiro não teria aceitado o fim do relacionamento, o que o levou a atrair a vítima até a praia.

No local, o suspeito teria desferido golpes de faca nas regiões do pescoço e das costas da vítima, causando sua morte.

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As apurações indicam que, após cometer o crime em 21 de maio, o suspeito tentou despistar a polícia. Ele teria trocado de roupa e caminhado pela faixa de areia.

Contudo, o trajeto foi minuciosamente rastreado, culminando na sua prisão após a expedição de um mandado judicial.

Em depoimento à Polícia Civil, Ribeiro afirmou que "amava" a vítima, mas que esta buscava "mais liberdade". Uma motocicleta, supostamente utilizada para o deslocamento até o local do crime, também foi apreendida.

A eficácia da prisão foi resultado da análise de imagens de câmeras de segurança e de ações de inteligência da corporação. A Guarda Civil Metropolitana de João Pessoa prestou apoio fundamental na operação.

O encontro do corpo

O corpo da vítima foi localizado com evidentes sinais de violência na tarde da quinta-feira, dia 21, na praia do Bessa, em João Pessoa. A Polícia Civil confirmou a ocorrência na ocasião.

O delegado Rafael Muniz, que esteve no local do achado, indicou fortes indícios de homicídio. A perícia preliminar revelou que a vítima apresentava cerca de nove perfurações de faca.

Muniz também ressaltou que a área onde o corpo foi encontrado é conhecida por ser frequentada por usuários de drogas. Imagens de câmeras de segurança das proximidades foram coletadas para auxiliar na elucidação da dinâmica do crime.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072