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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, expressou recentemente seu veemente inconformismo com o que classifica como uma indevida interferência judicial na esfera de atuação do Poder Legislativo. Em uma nota oficial, Motta defendeu a total regularidade na alocação das emendas parlamentares e reiterou sua plena confiança no corpo técnico da instituição.
Para o presidente, a decisão judicial sobre as emendas orçamentárias não identificou desvios, abusos ou a aplicação irregular de verbas públicas. Ele sugere que a medida se restringe a inferências que visam unicamente à criminalização da atividade política.
Motta enfatizou que a distribuição dessas emendas parlamentares obedece rigorosamente à moldura normativa em vigor. Além disso, ela está alinhada com os compromissos institucionais previamente estabelecidos entre os Poderes Executivo e Legislativo perante o Supremo Tribunal Federal (STF).
A lisura do trabalho técnico
Hugo Motta fez questão de salientar a integridade do trabalho desempenhado pelos servidores da Câmara dos Deputados. A nota oficial esclarece que a delegação para que as equipes de assessoria operacionalizem as indicações de emendas, conforme as diretrizes partidárias, integra a rotina administrativa do mandato parlamentar.
Tal procedimento, segundo a Presidência, não configura qualquer tipo de irregularidade, refletindo a normalidade funcional da instituição.
Para finalizar, o presidente Hugo Motta reiterou o compromisso da Câmara dos Deputados em manter a condução de suas atividades com total transparência. A instituição seguirá respeitando a ordem jurídica e, acima de tudo, preservando a plena independência que é inerente ao Poder Legislativo.
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