A nova sede da Câmara Municipal de Cajazeiras já estaria pronta para entrar em funcionamento, mas, segundo informações repassadas à coluna, ainda depende da ligação de energia elétrica para que a inauguração aconteça. A pendência colocou a Energisa no centro dos questionamentos sobre a demora para disponibilizar o serviço.

As reclamações sobre a concessionária e os obstáculos enfrentados por empreendimentos no município alimentam o debate. No caso da Câmara, porém, é necessário esclarecer quais etapas técnicas ou administrativas ainda impedem a ligação e a quem cabe resolver a situação.

Uma sede legislativa pronta, mas sem energia para funcionar, resume o tipo de entrave que exige explicações objetivas e uma solução com prazo definido.

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O episódio ganha um componente político com a aproximação do fim do mandato de Lindemberg Lira na presidência da Casa, previsto para o encerramento do ano. A expectativa é que a nova estrutura seja entregue e comece a funcionar antes da mudança no comando do Legislativo municipal.

Nos bastidores, a demora já virou motivo de ironia. A sugestão de inaugurar o prédio à luz de velas e candeeiros traduz a insatisfação com a espera, embora a provocação não substitua os esclarecimentos necessários sobre a origem do problema.

Agora, a questão é saber o que falta para a ligação elétrica, quais providências já foram adotadas e quando o serviço será concluído. A Câmara e a Energisa precisam esclarecer os procedimentos pendentes para que a população compreenda a situação.

Afinal, uma obra pública não se resume à conclusão física do prédio. É preciso que a estrutura esteja efetivamente preparada para cumprir sua finalidade e atender às necessidades do Poder Legislativo.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista. REG. PROF. FENAJ 4407/PB | API/PB 3072