O assédio eleitoral registrado após o término das urnas foi classificado como uma conduta inaceitável pela desembargadora Hermenegilda Leite, presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (TRT-13). Desde o encerramento do segundo turno, o órgão tem acumulado relatos de demissões e intimidações motivadas por preferências políticas na Paraíba.

Em entrevista concedida nesta terça-feira (27) à TV Cabo Branco, a magistrada destacou que a prática tem se repetido de maneira imprevista. Embora o problema costume anteceder o pleito, a persistência de pressões no cenário pós-eleitoral atingiu um patamar crítico e intolerável.

Diante desse cenário, a Auditoria-Fiscal do Trabalho (AFT), ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), reforçou que punições severas podem ser aplicadas. A pasta alerta que represálias devido a escolhas político-partidárias violam leis trabalhistas e geram autuação imediata aos infratores.

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O auditor-fiscal Nei Costa detalhou em nota oficial que plataformas digitais também servem de monitoramento. Postagens em redes sociais, mensagens privadas e grupos virtuais que busquem constranger ou prejudicar colaboradores configuram discriminação passível de responsabilização legal.

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FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072