A plataforma MEC Idiomas, mantida pelo Ministério da Educação (MEC), passou a disponibilizar um curso gratuito de coreano para atender ao crescente interesse dos brasileiros pela cultura sul-coreana. O programa oferece videoaulas, exercícios interativos e prática de conversação do nível básico ao avançado.

Com a inclusão da nova língua, a ferramenta expande o catálogo que já contava com inglês e espanhol. As aulas estão estruturadas em seis níveis (do A1 ao C2) e reunidas em cerca de 800 conteúdos digitais.

Aprendizado do alfabeto hangul

A grande novidade da modalidade é o ensino do hangul, o alfabeto oficial coreano composto por 24 letras básicas. Este é o primeiro idioma na plataforma a adotar um sistema de escrita diferente do alfabeto latino.

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Na aba batizada de Letras, os estudantes conseguem ouvir o som correspondente de cada caractere, visualizar a romanização e receber retorno imediato durante as atividades práticas de escrita.

Interatividade e prática oral

As atividades combinam associação sonora e reconhecimento visual das sílabas. Além disso, os alunos podem simular diálogos da rotina cotidiana utilizando o microfone do próprio aparelho para aprimorar a pronúncia.

Para quem preferir, há a flexibilidade de pular os exercícios orais e focar na leitura ou nas videoaulas narradas com legendas em português.

Recursos disponíveis no aplicativo

O ambiente virtual de aprendizagem disponibiliza as seguintes funcionalidades aos usuários:

  • teste de proficiência;
  • trilha de aprendizagem com aulas e reforço;
  • avaliações ao término de cada módulo;
  • recurso de fala e prática de pronúncia;
  • agente de Inteligência Artificial para tirar dúvidas e praticar conversação.

Perfil dos estudantes

Segundo dados do Ministério da Educação, o sistema soma mais de 774 mil matrículas ativas. O inglês lidera a procura com 75,1% dos alunos, seguido pelo espanhol, que representa 24,9% dos acessos.

O público jovem é a maioria na ferramenta: cerca de 60,5% dos matriculados têm entre 18 e 34 anos de idade.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072