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O cenário político da Paraíba começa a desenhar seus próximos capítulos com Lucas Ribeiro no centro das articulações. Em declarações recentes, o vice-governador delineou o perfil do que espera para a composição de sua chapa majoritária: alguém com "mão na massa", engajado no projeto atual e disposto a percorrer o estado para sentir as demandas da população. Embora a definição geográfica e o nome do vice ainda não tenham sido aprofundados, a estratégia é clara: continuidade com vigor operacional.
A reforma administrativa também bate à porta do Palácio da Redenção. Com a proximidade do prazo de desincompatibilização em abril, nomes como o do Secretário Lindolfo Pires — que deve buscar mandato eletivo — deixarão o governo. Lucas Ribeiro mantém o tom de diálogo sobre as novas composições, assegurando que o Sertão continuará com representatividade robusta, citando o trabalho já realizado em regiões como Cajazeiras. Sobre possíveis novos nomes, como o de Dra. Paula, o vice-governador prefere a cautela, tratando-a como uma grande aliada cujo destino será decidido em conjunto com o grupo após o Carnaval.
No campo das alianças, Ribeiro demonstra resiliência frente às movimentações da oposição e dissidências. Ao comentar críticas de Mersinho Lucena e investidas de Cícero Lucena sobre prefeitos aliados, Lucas minimiza ressentimentos e foca na entrega de resultados, como a ponte Cabedelo-Lucena e obras estruturantes no Vale do Paraíba e Sertão. O que não é legítimo é você fazer parte de um projeto e, por uma vontade pessoal, romper com tudo o que defende e acredita até aquele momento, pontuou Ribeiro, reforçando a confiança mútua entre ele e o governador João Azevêdo.
Enquanto adversários focam em agendas de pré-campanha, o governo aposta no cronograma de entregas. Lucas Ribeiro confirmou que o edital para as obras da PB-387, ligando Uiraúna, Poço e Triunfo, deve ser publicado até o final do mês, consolidando a narrativa de que o grupo se fortalece através de ações concretas e não apenas de diálogos políticos. A meta é elevar a eleição de 2026 para uma visão macro do estado, evitando que disputas municipais fragmentem o projeto que, segundo ele, faz da Paraíba o estado que mais cresce no Nordeste.
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