Espaço para comunicar erros nesta postagem
O ministro Marco Aurélio Buzzi, do TSE, determinou que a empresa Meta envie em até 24 horas dados sobre a isonomia na entrega de postagens políticas e anúncios eleitorais durante o segundo turno. A cobrança ocorre após a dona de redes sociais como Facebook, Instagram e WhatsApp ignorar uma intimação prévia de 72 horas.
A determinação atende a uma representação formalizada pela coligação que apoia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O grupo apontou indícios de que o algoritmo estaria penalizando conteúdos da campanha governista e favorecendo o grupo opositor.
Uma reclamação com teor parecido também foi protocolada pela campanha de Flávio Bolsonaro. O plenário da Corte eleitoral já havia validado uma ordem anterior exigindo tratamento igualitário.
Diante do descumprimento, a penalidade financeira diária foi ampliada para R$ 1 milhão. O magistrado exigiu esclarecimentos detalhados sobre algoritmos de recomendação e alcance de publicidade paga.
Pontos exigidos pela corte
Entre os dados cobrados estão estatísticas sobre perfis inautênticos e orientações referentes a mídias geradas ou modificadas por inteligência artificial.
Posicionamento da empresa
Em nota oficial, a companhia responsável pelas plataformas afirmou que seguiu todas as ordens da justiça brasileira e suspendeu recomendações envolvendo postulantes aos cargos.
“Em cumprimento às regras eleitorais do Brasil, nós proibimos temporariamente a recomendação de candidatos ou a geração de imagens deles”, declarou a corporação.
/Dê sua opinião
Qual o seu nível de satisfação em relação ao serviço público prestado?
Para participar desta enquete, realize o login em sua conta!
Login Cadastre-seNossas notícias
no celular

PORTAL SERTÃO DA PARAÍBA