Um vazamento de gás acetileno é a principal hipótese levantada pelo Corpo de Bombeiros para a explosão de um carro que vitimou fatalmente Glácio de França Arcanjo, de 30 anos, na cidade de Sapé, na Zona da Mata paraibana, na última quarta-feira (17). A investigação preliminar sugere que a rápida combustão do gás inflamável, possivelmente confinado no veículo, pode ter sido o estopim do trágico incidente.

Segundo a corporação, dois cilindros foram localizados nas imediações do automóvel após a explosão, um deles de acetileno e outro de oxigênio. A força do impacto teria arremessado os recipientes para fora do veículo. O tenente Gláuco, do Corpo de Bombeiros de Sapé, explicou que a ignição de uma centelha, após a abertura da porta, pode ter desencadeado a explosão do acetileno.

Uma perícia técnica está em andamento para determinar com precisão as causas do acidente, e ainda não há previsão para a divulgação dos resultados. A explosão foi de tal magnitude que atingiu residências vizinhas, incluindo as casas da mãe e da esposa da vítima, que precisaram ser interditadas devido a danos estruturais.

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O motivo pelo qual os cilindros estavam no interior do veículo Fiat Fiorino, pertencente a uma empresa de bebidas alcoólicas e completamente destruído, ainda é desconhecido. A explosão ocorreu por volta das 7h na comunidade Sapucaia, e um bombeiro que passava pelo local acionou as equipes de resgate.

Glácio de França Arcanjo foi encontrado com ferimentos graves, mas consciente, e chegou a receber os primeiros socorros. Ele foi inicialmente encaminhado ao Hospital Sá Andrade, em Sapé, e posteriormente transferido de aeronave para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, devido à gravidade do seu estado. Infelizmente, ele não resistiu aos ferimentos e faleceu na capital paraibana.

O corpo da vítima deve ser transladado para Sapé ainda nesta quarta-feira para o velório, com sepultamento previsto para quinta-feira (18) no cemitério municipal. Representantes da Prefeitura de Sapé acompanharam a ocorrência e avaliaram os danos causados pela explosão nas edificações atingidas.

FONTE/CRÉDITOS: WGLEYSSON DE SOUZA – Jornalista REG. PROF. FENAJ - 4407/PB | API/PB 3072