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O plenário da Câmara Municipal de Cajazeiras foi palco de um intenso debate envolvendo a promoção da igualdade no esporte feminino. O estopim da discussão foi o veto parcial nº 003/2026, enviado pelo Executivo, que derruba a obrigatoriedade de realização de competições femininas nas mesmas modalidades em que houver disputas masculinas apoiadas pela Secretaria de Esporte.
O vereador Lualas Barroso, autor da proposta original, expressou surpresa com o veto e alertou que, sem a força da lei, as mulheres correm o sério risco de ficarem sem competições no município. Em defesa do governo, a vereadora Sara Sheila argumentou que o ajuste foi apenas "pontual" para evitar a fixação de um percentual mínimo, garantindo que a gestão não é contrária ao esporte feminino.
Apesar das justificativas da base aliada, a pauta gerou revolta entre as parlamentares de oposição. A vereadora Luzia Trajano reforçou que, como mulher, jamais poderia concordar com a desobrigação do apoio aos eventos femininos. Ao final, o veto acabou aprovado por maioria, sob protestos e com os votos contrários das vereadoras Luzia Trajano, Raelsa Borges e do vereador Vittor Bruno.
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