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A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4775/23, que garante a distribuição do vale-cultura preferencialmente por meio de cartão magnético com chip e suporte para transações online.
O texto altera a Lei 12.761/12, responsável por criar o Programa de Cultura do Trabalhador. A norma original já previa o formato magnético, mas deixava de citar o chip e o comércio eletrônico.
De autoria da deputada Lídice da Mata (PSB-BA), a medida contou com parecer favorável da relatora, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA).
Modernização do benefício
Segundo a relatora, a atualização reflete as novas demandas de consumo da população brasileira.
A parlamentar ressaltou que a inclusão digital do benefício facilita o acesso a produtos artísticos e amplia as opções para os trabalhadores.
Além disso, o uso de cartões com chip traz maior segurança contra fraudes devido aos sistemas modernos de criptografia.
Regras atuais e próximos passos
O vale-cultura consiste em um auxílio opcional no valor de R$ 50 pagos mensalmente por empresas a funcionários que ganham até cinco salários mínimos.
O projeto tramita em caráter conclusivo e segue para a análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Caso receba o aval dos deputados nessa etapa, o texto poderá seguir diretamente para o Senado Federal sem passar pelo Plenário.
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